2009-10-19 17:37:36
O Ifal foi procurado pela cúpula do sistema prisional alagoano para, por intermpédio de um acordo, fornecer cursos profissionalizantes aos reeducandos. No encontro, o gerente de Educação, Produção e Laboterapia do Sistema Prisional, Sebastião Sergio da Silva Almeida e o gerente do Núcleo de Projetos e Convênios do sistema prisional, Marconi Henrique Cerqueira de Araújo, disseram quais as necessidades dos presídios nesse sentido.
A Pró-reitoria de Extensão (Proex) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (Ifal) se reuniu na manhã desta segunda-feira (19) com representantes da Intendência Geral do Sistema Prisional de Alagoas. O encontro aconteceu na sala da Proex,, no campus Maceió.
O Ifal foi procurado pela cúpula do sistema prisional alagoano para, por intermpédio de um acordo, fornecer cursos profissionalizantes aos reeducandos. No encontro, o gerente de Educação, Produção e Laboterapia do Sistema Prisional, Sebastião Sergio da Silva Almeida e o gerente do Núcleo de Projetos e Convênios do sistema prisional, Marconi Henrique Cerqueira de Araújo, disseram quais as necessidades dos presídios nesse sentido. A intenção de Almeida é inserir, até junho do próximo ano, 30% dos 1.800 presos em projetos de qualificação profissional.
O pró-reitor de Extensão Dácio Camerino, juntamente com a coordenadora de Projetos Especiais da Proex, Magda Zanotto, propuseram a oferta de cursos na área de Agropecuária. Para tal, os reeducandos do regime semi-aberto teriam aulas no campus Satuba (ex-escola agrotécnica) e os do regime fechado, nas hortas que existem dentro dos presídios. Os cursos seriam ministrados por estudantes do 4º ano dos cursos técnicos integrados Ifal e serviriam como prática de estágio. Já foi feito um primeiro contato com o diretor do campus Satuba, Jonas Melo, que deu total apoio à iniciativa.
Também discutiu-se a possibilidade de inserir as reeducandas do presídio feminino Santa Luzia no projeto Mulheres Mil, uma parceria da Secretaria de Educação Tecnológica (Setec) e dos Institutos Federais com o governo do Canadá. O projeto trabalharia na elevação da escolaridade dessas mulheres além de ensiná-las um ofício.
Com a transição de Cefet para Ifal, a antiga Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias (Drec) se transformou em Proex. Com isso, suas atribuições cresceram e passaram a ser desenvolvidas mais ações de inclusão social, como essa. Ficou acordada ainda uma visita ao campus Satuba e ao complexo prisional de Maceió para a sexta-feira, 30 de outubro.
Daniel Ziliani – estagiário de Jornalismo
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